<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7673884983005796366</id><updated>2012-02-12T15:14:17.608-08:00</updated><category term='mãe suficientemente boa'/><category term='padrão invasivo'/><category term='gravidez'/><category term='maternagem'/><category term='continuidade do Ser'/><category term='ilusão onipotente'/><category term='Self'/><category term='conhecimento'/><category term='capacidade criativa'/><category term='jovem'/><category term='professores'/><category term='amamentação'/><category term='ser mãe'/><category term='falhas no desenvolvimento'/><category term='educação'/><category term='Winnicott'/><category term='individualidade'/><category term='aprendizagem'/><category term='continuidadede si'/><category term='mãe devotada comum'/><category term='desenvolvimento'/><title type='text'>Espaço Transicional</title><subtitle type='html'>(Transicional Space) Um lugar para Ser</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://espacotransicional.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7673884983005796366/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacotransicional.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Andréa Tarazona</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04656534937576673097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7673884983005796366.post-4265456669422014309</id><published>2011-10-14T12:54:00.000-07:00</published><updated>2011-11-15T07:52:06.505-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gravidez'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ser mãe'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='padrão invasivo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Self'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='falhas no desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='continuidadede si'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='individualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ilusão onipotente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='capacidade criativa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amamentação'/><title type='text'>Ser mãe: O bebê e a integridade de si</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Gc_ejnbtzew/TpiNKRtUT-I/AAAAAAAAAjI/FbyGGC0MZZA/s1600/continuidade+de+si.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="207" src="http://3.bp.blogspot.com/-Gc_ejnbtzew/TpiNKRtUT-I/AAAAAAAAAjI/FbyGGC0MZZA/s320/continuidade+de+si.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Conhecimento mútuo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ainda no ventre materno o bebê já é um ser humano distinto de qualquer outro ser humano. &lt;br /&gt;A mãe, gerando-o dentro de si, aprende a conhecê-lo através de sua movimentação e de sua quietude, de seu crescimento, das sensações viscerais durante a gravidez... Podemos pensar também que o bebê conhece sua mãe (e como conhece) através de sua movimentação, alimentação, emoções traduzidas na circulação sanguínea, nas batidas do coração, nas modulações de voz que pode ouvir de dentro do útero...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A mãe suficientemente boa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O bebê já tem inúmeras experiências que enriquecem sua pequena e recente existência, sejam agradáveis ou desagradáveis, antes mesmo de "vir ao mundo". Este novo ser traz em si todo um potencial para desenvolver-se no mundo, e para isso necessitará de uma pessoa especialmente inclinada a fazer com que este potencial se desenvolva de maneira saudável. Normalmente esta pessoa é a mãe (&lt;b&gt;que chamamos de mãe suficientemente boa&lt;/b&gt;) preparada durante toda a gestação de maneira natural e gradual, fazendo com que o mundo vá tomando um segundo lugar em seus pensamentos e preocupações e desloque todo seu interesse do exterior para o interior de si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O sentido de continuidade de si&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Desde os primeiros minutos do nascimento, o bebê e sua mãe estão aptos a se conhecerem mais profundamente, se ambos estiverem bem. Para o bebê, a presença da mãe vai lhe trazendo um sentido de &lt;b&gt;continuidade de si mesmo&lt;/b&gt;, não interrompida pelo advento do nascimento. Nesta fase, se tudo vai bem, o bebê percebe a mãe como fazendo parte dele mesmo. A mãe, por sua vez, compreendendo a necessidade deste novo ser, e pode permitir-se ser criada pelo bebê, ou seja, adaptar-se ativamente às necessidades do bebê, procurando não criar um padrão invasivo. Temos então que a qualidade da presença da mãe, através de seus cuidados (maternagem) é fundamental para que o bebê ponha em marcha seu potencial de desenvolvimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A ilusão de onipotência &lt;/b&gt;&lt;b&gt;e a capacidade criativa &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Esta ligação entre ambos, vivenciada através da sustentação ofertada pela mãe, possibilita ao bebê a ilusão de que o mundo é criado por ele. &amp;nbsp; Então, para o bebê, é como se os cuidados dispensados a ele em forma de sustentação, alimentação e higiene aparecessem, como uma ilusão, quando seus impulsos surgissem. Esta experiência de ilusão, que chamamos de onipotente, fornece a base do potencial ativo e criativo do viver. É esta experiência de Ser que irá permitir que o bebê vá aos poucos criando uma individualidade, até que atinja o status de ser um Eu, reconhecendo então um Não-Eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Interferência nesta fase do desenvolvimento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A ausência de um ambiente suficientemente bom e de uma mãe suficientemente boa pode propiciar ao bebê falhas no seu desenvolvimento, criando uma percepção precoce e persecutória do mundo. É como se as coisas do mundo chegassem ao bebê antes mesmo que pudesse ter o sentimento de ser alguém.&amp;nbsp;Uma ameaça à possibilidade de ser si mesmo. Isto tudo pode gerar angústias no bebê, forçando-o a &lt;b&gt;reagir&lt;/b&gt; a uma situação, antes mesmo que possa &lt;b&gt;agir&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários são os fatores a se observar quando queremos compreender as interferências que ocorrem no processo de denvolvimento nesta fase da vida: o estado emocional da mãe; qual a história dela com este bebê; a saúde física e mental do bebê; como está organizado o ambiente em torno do par mãe-bebê; qual a qualidade do suporte emocional dado pelo ambiente à mãe; quais ansiedades e angústias estão presentes na mãe e/ou no ambiente que interferem no trato com o bebê; quais as fantasias da mãe em relação à maternagem e ao relacionamento com o bebê; dentre outros. A amamentação também pode, muitas vezes, tornar-se um indicador de como estão caminhando as coisas com o bebê. A isto dedicarei um próximo artigo desta série: Ser mãe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Primeiro, é preciso Ser.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A capacidade criativa será a base que irá permitir, mais tarde, que a criança desenvolva um sentido de si e que sejam suportáveis as desilusões e frustrações, reconhecendo a potência limitada, substituindo a onipotência original. Tal capacidade é também o instrumento que permitirá uma &lt;b&gt;adaptação &lt;u&gt;não&lt;/u&gt; submissa&lt;/b&gt; do indivíduo ao meio, permitilndo-lha manter o sentimento de&amp;nbsp;&lt;b&gt; ser a si mesmo&lt;/b&gt; nas interações com o mundo, garantindo-lhe a integridade do que temos como mais íntimo e pessoal: nosso Self.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;As idéias relativas a este texto remetem-se à Teoria do Desenvolvimento Psíquico de D. W. Winnicott&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7673884983005796366-4265456669422014309?l=espacotransicional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacotransicional.blogspot.com/feeds/4265456669422014309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://espacotransicional.blogspot.com/2011/10/ser-mae-o-bebe-e-integridade-de-si.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7673884983005796366/posts/default/4265456669422014309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7673884983005796366/posts/default/4265456669422014309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacotransicional.blogspot.com/2011/10/ser-mae-o-bebe-e-integridade-de-si.html' title='Ser mãe: O bebê e a integridade de si'/><author><name>Andréa Tarazona</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04656534937576673097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Gc_ejnbtzew/TpiNKRtUT-I/AAAAAAAAAjI/FbyGGC0MZZA/s72-c/continuidade+de+si.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7673884983005796366.post-7361967039858468879</id><published>2011-09-03T23:21:00.000-07:00</published><updated>2011-10-14T14:39:56.070-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Winnicott'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Self'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mãe suficientemente boa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='maternagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mãe devotada comum'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='continuidade do Ser'/><title type='text'>Ser mãe</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yV8NRW0080U/TmMJnFRLROI/AAAAAAAAAi0/jlf6h8t4O6s/s1600/mae-bebe-no-colo.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-yV8NRW0080U/TmMJnFRLROI/AAAAAAAAAi0/jlf6h8t4O6s/s320/mae-bebe-no-colo.png" width="257" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O Dr. D. W. Winnicott, pediatra e psicanalista inglês, diz que &lt;i&gt;"todo indivíduo mentalmente são, todo aquele que se sente como uma pessoa no mundo e para quem o mundo significa alguma coisa, toda pessoa feliz, está em infinito débito com uma mulher".&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maternagem é devoção, não como um ato de sacrifício, ou qualquer coisa que o valha, mas no sentido de poder a mãe exercer uma devoção comum, de quem sabe e compreende as necessidades de seu bebê, que possue uma inclinação natural para saber o que se passa com seu filho e para agir em relação a ele. Quero dizer que isto é um processo natural, que acontece intuitivamente, e assim deve ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em toda relação da uma mãe com seu bebê, isso será fundamental, pois garantirá que tudo o que acontecer entre eles será experienciado como algo natural e genuíno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembremos que existem, naturalmente, coisas que são intuídas, enquanto outras precisam ser aprendidas. E a mãe deve estar muito à vontade para saber quando necessita de ajuda, seja do companheiro (que zela pela manutenção da estabilidade do ambiente em torno dela e do bebê), seja de alguém de suas relações pessoais ou parentais (mãe, avó, irmã, amiga) ou de algum profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digamos que é fundamental para a saúde de seu bebê que a mãe conserve o gesto espontâneo ao cuidar dele, para que não se perca em meio a sugestões, informações, conselhos, orientações, a se mesclarem com os seus próprios sentimentos e intuições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este "saber" materno, que existe simplesmente porque é próprio do "ser mãe" não pode se perder. É a partir dessa consistência materna que o bebê irá consolidar-se como um Ser, mesmo que ele só se dê conta disso algum tempo depois de seu nascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo, quando tudo correr bem, a mãe será quem melhor pode cuidar de seu bebê, pois já foi preparada naturalmente, durante nove meses, para isto. A mãe "suficientemente boa" irá adaptar-se perfeitamente às necessidades do bebê. O bebê, de acordo com sua capacidade de elaboração imaginativa, sente como se a mãe fosse ele mesmo, alimentando o sentido de confiança na vida, no mundo, no existir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, nem sempre as condições favoráveis estão presentes. Aspectos relacionados com condições de saúde psíquica, de um ou outro, ou mesmo do ambiente, podem comprometer o desenvolvimento saudável do recém nascido. Os fatores e condições que tornam-se alvo de investigação são múltiplos, mas todos igualmente importantes no processo de ressignificação daquilo que ficou estacionado no desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, se a falha se dá neste momento inicial da vida, quando o bebê ainda não diferencia-se de sua mãe, ele deverá desenvolver-se com o sentimento desesperança de encontrar no mundo algo que dê sentido para sua existência, como se lhe faltasse algo de si mesmo para poder viver no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falha nesta etapa da vida remete-se à sensação de abandono, de ter sido deixado sozinho por um período maior do que o bebê seria capaz de suportar e de manter viva a imagem da mãe em si mesmo. Poderíamos então pensar num bebê para quem o mundo é uma constante ameaça de "cair no nada", experimentando angústias de aniquilação de si mesmo.&amp;nbsp; E, se nada for feito, podemos imaginar um adulto que mantem-se indiferente à vida, ao humano, ao existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, se neste momento inicial de uma relação saudável do par mãe-bebê, a mãe permanece naturalmente voltada para seu bebê, acreditando naquilo que deve fazer, tendo o suporte externo de alguém que a compreenda (normalmente o companheiro), sendo protegida de excessivas perturbações e preocupações, podendo contar com auxílio externo se assim achar necessário, sendo capaz de identificar-se com as necessidades do bebê e atendê-las de maneira natural e devotada, tudo isso possibilitará ao bebê fazer brotar de si mesmo uma noção de continuidade do Ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Graças a uma mãe e um ambiente suficientemente bons, capazes de oferecer as condições fundamentais e necessárias ao desenvolvimento psíquico do bebê, ele poderá trilhar o caminho da saúde .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;***&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;*&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;As idéias relativas a este texto remetem-se à Teoria do Desenvolvimento Psíquico de D. W. Winnicott&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7673884983005796366-7361967039858468879?l=espacotransicional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacotransicional.blogspot.com/feeds/7361967039858468879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://espacotransicional.blogspot.com/2011/09/ser-mae.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7673884983005796366/posts/default/7361967039858468879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7673884983005796366/posts/default/7361967039858468879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacotransicional.blogspot.com/2011/09/ser-mae.html' title='Ser mãe'/><author><name>Andréa Tarazona</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04656534937576673097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-yV8NRW0080U/TmMJnFRLROI/AAAAAAAAAi0/jlf6h8t4O6s/s72-c/mae-bebe-no-colo.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7673884983005796366.post-2628231001121493960</id><published>2011-06-11T09:50:00.000-07:00</published><updated>2011-06-11T09:50:30.556-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jovem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aprendizagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conhecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='professores'/><title type='text'>Educação ou Deseducação?</title><content type='html'>&lt;div class="mbl notesBlogText clearfix"&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/928707-estudante-e-suspensa-no-rio-apos-colocar-licao-no-facebook.shtml" rel="nofollow" target="_blank"&gt;Estudante é suspensa no Rio após colocar lição no Facebook&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-bLm3T65NvfA/TfObe9vjHlI/AAAAAAAAAes/6TQZSFhF91I/s1600/facebook1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="153" src="http://3.bp.blogspot.com/-bLm3T65NvfA/TfObe9vjHlI/AAAAAAAAAes/6TQZSFhF91I/s200/facebook1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A notícia da Folha de São Paulo, de 11 de junho de 2011, me faz pensar em algumas questões que não se mostram tão evidentes em situações cotidianas no ambiente "educacional" da atualidade.&lt;br /&gt;Me parece que, ao lado  da questão do uso da  tecnologia por alunos, por professores, pela  escola, ou no sistema  educacional, existe uma outra questão, não menos  importante, e talvez  mais profunda, que é a questão do exercício do  poder na relação com o  conhecimento. Nosso sistema educacional ainda  está pautado numa relação  em que o professor detém o conhecimento e o  aluno é a "tábula-rasa" onde  serão impressos os conhecimentos  relevantes, selecionados por uma  instituição que representa os valores  que se pretende perpetuar para a  manutenção do "status quo". Esse tipo  de relação vertical não contempla o  universo de conhecimento do  aprendiz, e coloca a instituição escolar e  seus representantes no lugar  de um saber estático, que se impõe, como se  estes não fossem também  aprendizes eternos, como deveríamos nos colocar  sempre que discutimos o  processo educacional. Não é possível deter o  progresso por decretos e  punições, que mais deseducam e afastam a  criança e o jovem do processo  de ensino-aprendizagem. E, por fim, se a  tecnologia é uma realidade  irrefutável, que todos seus recursos possam  ser absorvidos pelo sistema  educacional, gerando um novo "modus vivendi"  (que insinua uma  acomodação na disputa entre partes para permitir vida  em conjunto), ou  seja, que a cultura da paz e da boa convivência seja a  base para o  desenvolvimento de novos saberes, que não está mais nas mãos  de alguém  que professa as verdades, mas de todos os envolvidos na  relação ensino  aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andréa Tarazona, psicóloga, atuante nas áreas clínica e educacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ler mais em &lt;b&gt; &lt;a href="http://folha.com/ct928707" rel="nofollow" target="_blank"&gt;http://folha.com/ct928707&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;*** &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7673884983005796366-2628231001121493960?l=espacotransicional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacotransicional.blogspot.com/feeds/2628231001121493960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://espacotransicional.blogspot.com/2011/06/educacao-ou-deseducacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7673884983005796366/posts/default/2628231001121493960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7673884983005796366/posts/default/2628231001121493960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacotransicional.blogspot.com/2011/06/educacao-ou-deseducacao.html' title='Educação ou Deseducação?'/><author><name>Andréa Tarazona</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04656534937576673097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-bLm3T65NvfA/TfObe9vjHlI/AAAAAAAAAes/6TQZSFhF91I/s72-c/facebook1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7673884983005796366.post-8769652431540941271</id><published>2011-04-15T20:36:00.000-07:00</published><updated>2011-04-15T20:36:55.309-07:00</updated><title type='text'>"Análise é para aqueles que a querem, necessitam e podem tolerá-la."</title><content type='html'>&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Z3xAUO27XYo/TakH-V7DIaI/AAAAAAAAAaY/m3BRYteV0Qc/s1600/self.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-Z3xAUO27XYo/TakH-V7DIaI/AAAAAAAAAaY/m3BRYteV0Qc/s320/self.jpg" width="243" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp; "Advirto-te, seja quem fores...&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Tu! Que desejas sondar os arcanos da Natureza,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;se não encontras dentro de ti aquilo que procuras, tampouco o poderás encontrar fora.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Se ignoras as excelências da tua própria casa,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;como poderás encontrar outras excelências?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Em ti se encontra oculto o tesouro dos tesouros!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Homem!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Conhece-te a ti mesmo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;e conhecerás o Universo e os Deuses"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Mensagem inscrita nos pórticos do Templo de Apolo, Oráculo de Delphos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"O processo analítico reside na possibilidade de oferecer ao analisando a chance de uma "segunda vez", retomando processos traumatogênicos congelados no tempo e, então, aos poucos ir tornando as defesas desnecessárias, e abrindo espaço à emergência da criatividade que elas encobrem. Isto significa poder, através da transferência, refazer analíticamente os caminhos passados, possibilitando a passagem pela área da experiência de acontecimentos essenciais ao amadurecimento, que dela ficaram clivados na história original. Busca-se, com isso, possibilitar ao Self Verdadeiro vir a ter uma existência real.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Winnicott nos ensina a importância atribuída à regressão a um estado de dependência, ao longo do processo analítico, como forma de realizar essas retomadas. Através de uma relação terapêutica de suporte, deverá ser capaz de abrir espaço a regressões sucessivas do paciente, tornando desnecessária a função defensiva do falso self, para que o self verdadeiro - a singularidade do analisando - possa emergir e ir tomando forma, relativizando o falso self e relegando-o à posição funcional de mediação com o mundo social." (1)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;*** &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Verdana,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Este pequeno trecho escrito pelo psicanalista Alfredo N. Neto nos dá a dimensão do que pode vir a ser um processo analítico&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;. Para que se dê os processos de descongelamento de traumas e situações limite, e para que as defesas possam se afrouxar a ponto de permitir que a transferência se estabeleça, é necessário tempo e disponibilidade do par analista-paciente. Entende-se, portanto, que não são todas as pessoas que se encontram disponíveis para serem analisadas. Aqueles que não toleram a demolição da fachada de sucesso, expressão do falso self, não terão sucesso na análise. Por este motivo, Winnicott nos deixa a seguinte reflexão:&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;"Análise é para aqueles que a querem, necessitam e podem tolerá-la."(2)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: left;"&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; text-align: center;"&gt;##**##**##&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Times,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;"&gt;Material consultado:&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;1. NAFFAH NETO, Alfredo.   Winnicott: a psychoanalysis of the human experience of becoming.&lt;b&gt; Nat. hum.&lt;/b&gt;,&amp;nbsp;   São Paulo,&amp;nbsp;    v. 7,&amp;nbsp;    n. 2,&amp;nbsp;dez.&amp;nbsp;      2005   .         &amp;nbsp; Disponível em     &amp;lt;http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1517-24302005000300005&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;gt;.   acessos em&amp;nbsp;      15&amp;nbsp;    abr.&amp;nbsp;    2011.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;2. D. W. Winnicott , "Os objetivos do tratamento psicanalítico", in O ambiente e os processos de maturação. (1962)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7673884983005796366-8769652431540941271?l=espacotransicional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacotransicional.blogspot.com/feeds/8769652431540941271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://espacotransicional.blogspot.com/2011/04/analise-e-para-aqueles-que-querem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7673884983005796366/posts/default/8769652431540941271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7673884983005796366/posts/default/8769652431540941271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacotransicional.blogspot.com/2011/04/analise-e-para-aqueles-que-querem.html' title='&quot;Análise é para aqueles que a querem, necessitam e podem tolerá-la.&quot;'/><author><name>Andréa Tarazona</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04656534937576673097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Z3xAUO27XYo/TakH-V7DIaI/AAAAAAAAAaY/m3BRYteV0Qc/s72-c/self.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7673884983005796366.post-1810687424611503378</id><published>2011-04-09T10:32:00.000-07:00</published><updated>2011-04-09T10:45:09.015-07:00</updated><title type='text'>Primeiro Espelho</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jsdKnirYSrE/TaCHGrSyNqI/AAAAAAAAAZw/0FFcQ7E4574/s1600/bebeolhar4.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-jsdKnirYSrE/TaCHGrSyNqI/AAAAAAAAAZw/0FFcQ7E4574/s1600/bebeolhar4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O primeiro espelho da criatura humana é o rosto da mãe:&lt;br /&gt;A  sua expressão, o seu olhar, a sua voz.[...]&lt;br /&gt;É como se o bebê pensasse:&lt;br /&gt;Olho e sou visto, logo, existo!&lt;br /&gt;&lt;span class="aut"&gt;D. W. Winnicott&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="aut"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="aut"&gt;Desde o estágio inicial do desenvolvimento emocional, somos paradoxais...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="aut"&gt;Completamente  dependentes do ambiente e da provisão física da mãe, desde o útero; e  independentes no sentido hereditário e de nossas tendências inata.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="aut"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="aut"&gt;Assim, o ambiente não faz a criança, mas possibilita à criança concretizar seu potencial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="aut"&gt;Ao longo de toda nossa vida levaremos esta  experiência de, um dia, ver e termos sido vistos por um olhar que nos  inaugurou, que nos tornou humanos, que nos imprimiu a possibilidade de  seguirmos existindo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="aut"&gt;A  ausência ou falha significativa nesta fase, poderá levar-nos a  renitente sensação de não termos iniciado nossa jornada humana, ou mesmo  de não nos sentirmos autênticos em nossa vida.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="aut"&gt;Desse  modo é que existem pelo mundo aqueles que se sentem sub-existindo, ou  sobre-vivendo, buscando ansiosamente por algo ou alguém que dê sentido à  vida e possibilite a ele, enfim, existir... &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7673884983005796366-1810687424611503378?l=espacotransicional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espacotransicional.blogspot.com/feeds/1810687424611503378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://espacotransicional.blogspot.com/2011/04/primeiro-espelho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7673884983005796366/posts/default/1810687424611503378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7673884983005796366/posts/default/1810687424611503378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espacotransicional.blogspot.com/2011/04/primeiro-espelho.html' title='Primeiro Espelho'/><author><name>Andréa Tarazona</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04656534937576673097</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-jsdKnirYSrE/TaCHGrSyNqI/AAAAAAAAAZw/0FFcQ7E4574/s72-c/bebeolhar4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
